Saiba quais vacinas as mulheres devem tomar antes e durante a gravidez

06/02/2018

Extra

Engravidar requer responsabilidades antes mesmo da concepção do bebê. As mulheres que desejam ser mães, devem ficar de olho em sua carteira de vacinação. Colocá-la em dia antes de iniciar a gestação é a melhor maneira de garantir sua própria saúde e a da criança que está por vir.

— É sempre bom checar as vacinas antes de engravidar, principalmente da rubéola, pois ela está associada a muitas malformações fetais graves e inclusive ao aborto — alerta a ginecologista e obstetra Beatrice Nuto Nóbrega.

A tríplice viral e a vacina contra a catapora, por exemplo, devem ser tomadas pelo menos três meses antes da gravidez. Por conterem vírus vivos atenuados, elas podem provocar problemas para a saúde da mãe e do bebê. Mas, a mulher deve esperar a gestação iniciar para tomar outras duas vacinas, como explica Isabel Tavares, infectologista do Hospital Caxias D’Or:

— São as da gripe e a tríplice bacteriana. Assim, a mãe protege o bebê e a si mesma, já que nesse período ela está com a imunidade mais baixa.

Vale lembrar que a gestante não deve se preocupar apenas com sua vacinação.

— Além do acompanhamento pelo obstetra, é muito importante que a futura mamãe aposte numa alimentação balanceada e faça atividades físicas — aconselha Maria Elisa Noriler, ginecologista e obstetra.

Imunize-se!

Antes de engravidar:

Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – dentre as doenças, a rubéola é a mais grave, pois se contraída durante a gestação, há riscos de malformações no feto.

Febre amarela – por conter vírus atenuado, o ideal é que a mulher tome antes de engravidar. A aplicação durante a gestação deve ser avaliada pelo obstetra que acompanha a gestante.

Varicela (catapora) – Se a gestante pegar catapora nos três primeiros meses de gestação, pode ocorrer malformação ou morte do bebê.

Durante a gravidez:

Influenza (gripe) – auxilia na prevenção contra o vírus da gripe e também de quadros mais graves, como internações por bronquite e pneumonias.

Tríplice bacteriana acelular (dTpa-difteria, tétano e coqueluche) – além de prevenir contra o tétano neonatal, essa vacina é fundamental para a proteção da coqueluche, doença que pode se manifestar com quadros graves no bebê.

Hepatite B – é uma enfermidade altamente contagiosa e o risco de infecção crônica é mais alto quando a contaminação da criança ocorre no período perinatal.

Extra – 31/01/2018

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